
Se repararmos bem, vai notar que o Mac OS X já trabalhava com transparências nos menus, enquanto o Windows se preocupava em apenas mostrar os elementos do sistema.
É verdade que todos os recursos gráficos tinham um preço, normalmente pago pela memória RAM. Mas um sistema operacional tão bem escrito lidava com isso sem problema algum, já que usava a memória de forma bem mais inteligente que o Windows, alocando memória somente aos processos ativos. O Windows alocava memória para tudo, ativo ou não. E quando algum programa saia de seus limites e invadia o espaço do outro programa, o resultado era a tão famosa tela azul, que ganhou até o nome oficial de Blue Screen Of Death (Tela Azul da Morte).
Em 2000, na Macworld, Steve Jobs, referiu que o novo sistema operativo ia seguir algumas linhas diretoras. Uma delas, a da versão única, ao contrário do seu concorrente que na altura tinha o Windows 98 SE/ME e o Windows 2000 entre mãos. No entanto, nesse ano, Jobs apresentava um novo User Interface, que ainda hoje prevalece no Mac OS X. Isto é, em 2000, tal como Steve Jobs disse na altura, estavam a fazer história e a criar um sistema operativo revolucionário para a próxima década.
Como podem ver, o interface o Mac OS X já se assemelhava com o atual Tiger, mas muito diferente do seu "rival" Windows 2000, que fazia a ponte para o futuro XP. A partir daqui, percebemos que a estratégia da Apple, passava por pegar numa base sólida como ponto de partida e a partir daí a estratégia passaria pela continuidade e evolução, pensando sempre em soluções para simplificar as tarefas do utilizador.
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